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Plástica Ocular e rejuvenescimento facial

1. BLEFAROPLASTIA

A Blefaroplastia é uma cirurgia que trata o excesso de pele, bolsas de gordura e flacidez muscular da região das pálpebras. Visa melhorar a aparência das pálpebras superiores, inferiores, ou de ambas. Em certos casos, pode melhorar também o aspecto funcional.

 A blefaroplastia superior:

  • Remove o excesso de depósito de gordura que aparece como inchaço nas pálpebras superiores (as bolsas de gordura)
  • Remove a pele frouxa ou flacidez que cria dobras ou incomoda o contorno natural da pálpebra superior, às vezes, causando peso e cansaço
  • Pode remover o xantelasma

A blefaroplastia da pálpebra inferior:

  • Remove o excesso de pele e rugas finas na pálpebra inferior
  • Remove as bolsas de gordura sob os olhos
  • Corrige a flacidez das pálpebras inferiores, quando associada à técnica de correção de ectrópio (o que fortalece a pálpebra, evitando sua queda)
  • Pode ser feita sem corte na pele, quando há a presença de bolsas de gordura sem excesso de pele (em pessoas mais jovens)

Bons candidatos à blefaroplastia:

  • Homens e mulheres em qualquer idade
  • Indivíduos saudáveis sem patologia que possa prejudicar a cicatrização ou aumentar o risco da cirurgia
  • Não fumantes
  • Indivíduos com perspectiva positiva e expectativas realistas sobre a cirurgia
  • Indivíduos sem condições oculares graves
  • Indivíduos com disposição de fazer os cuidados pós-operatórios

Como é realizada a cirurgia?

A blefaroplastia é realizada com anestesia local e sedação, em regime ambulatorial e demora cerca uma a duas horas.

Retira-se o excesso de pele e, em alguns casos, também uma faixa de músculo orbicular dos olhos. As bolsas de gordura, que estiverem em excesso, são aparadas e fecha-se a incisão com sutura com linha fina.

Como é o pós-operatório?

Após a cirurgia, o paciente poderá ter manchas roxas e inchaço ao redor dos olhos.

Aplicam-se compressas frias sobre os olhos para reduzir o inchaço e as manchas roxas. Os pontos de sutura são removidos cinco a sete dias após a cirurgia e as cicatrizes podem se tornar inaparentes ao fim de seis a doze meses, na maioria dos casos, dependendo da cicatrização de cada paciente.

Devem-se evitar atividades físicas, nos primeiros dias, e exposição ao sol até a cicatrização total.

Podem ser necessárias massagens, drenagens linfáticas, uso de pomadas para melhorar a cicatrização, e às vezes, algum retoque ou correção.

2. ECTRÓPIO

O ectrópio palpebral é uma deformidade da pálpebra inferior na qual a pálpebra vira para fora, deixando a superfície interna exposta.

Principais causas:

  • Senil: flacidez importante da pele
  • Cicatricial: a pele do paciente é muito seca e acaba retraindo ainda mais, puxando a pálpebra para baixo; ou por alguma lesão traumática ou cirurgia prévia
  • Paralítico: por paralisia no nervo facial

Sintomas:

  • Ardência
  • Vermelhidão
  • Lacrimejamento

Tratamento:

  • Pomadas e colírios
  • Massagens
  • Cirurgia para correção

Caso não seja tratado a tempo, o paciente pode desenvolver lesões na córnea, que podem evoluir para uma úlcera.

3. ENTRÓPIO

O entrópio palpebral é uma deformidade na qual a pálpebra vira para dentro e os cílios ficam raspando na córnea. Pode acontecer tanto na pálpebra superior como na inferior.

Causas:

  • Senil: flacidez importante da pálpebra
  • Cicatricial: por conjuntivite cicatrizante, tracoma, trauma ou lesões químicas

Sintomas:

  • Ardência
  • Vermelhidão
  • Lacrimejamento
  • Irritação

O tratamento é sempre cirúrgico.

Assim como o ectrópio, se não for tratado a tempo, o paciente pode desenvolver lesões graves na córnea, que podem evoluir para uma úlcera.

O entrópio palpebral é uma deformidade n

4. PTOSE PALPEBRAL

A ptose palpebral é uma posição anormalmente baixa da pálpebra superior, devido a uma alteração no músculo levantador da pálpebra superior (MLPS). Tem vários graus de comprometimento. Pode ser uni ou bilateral.

Pode ser congênita ou adquirida.

Causas:

  • Congênita: a criança nasce com o músculo fraco.
  • Desinserção muscular: o músculo se solta aos poucos e vai perdendo a capacidade de levantar a pálpebra. Pode ocorrer, principalmente, por envelhecimento ou trauma (coçar os olhos, trauma direto, uso do fórceps na hora do parto entre outros)
  • Miogênica: miopatia do MLPS ou comprometimento na transmissão de impulsos neuromusculares
  • Neurogênica: defeito da inervação
  • Mecânica: causada pelo efeito gravitacional de uma tumoração ou por cicatrizes

O tratamento pode ser cirúrgico quando houver obstrução do eixo visual ou para melhorar a estética.

5. TUMORES DE PÁLPEBRAS, CISTOS E VERRUGAS

Existe uma infinidade de pequenos tumores benignos, pintas, cistos de diferentes tamanhos, verrugas, bem como cânceres de pele que podem aparecer nas pálpebras, tanto superiores como inferiores.

O que devemos observar?

  • Tamanho e crescimento
  • Coloração
  • Bordas regulares ou irregulares
  • Aspecto
  • Dor
  • Se é móvel ou não
  • Se há mais de um ou se estão aparecendo novos
  • Se forma feridas/ ulcerações

A cirurgia é o tratamento mais efetivo para eliminar a tumoração. Pode ser necessária biópsia prévia e reconstrução local dependendo do tamanho e da localização.

No caso de lesões pequenas, habitualmente fazemos a remoção na nossa própria clínica com anestesia local.

6. IMPLANTE DE PESO DE OURO

Realizamos esse procedimento para ajudar a pálpebra superior a descer e fechar o olho em casos de paralisia facial.

A paralisia facial é unilateral e pode ser periférica ou central, auto-limitada (que se resolve sozinha após um tempo) ou definitiva.

Principais sintomas:

  • Dificuldade de fechar os olhos
  • Dor ao redor da orelha
  • Fraqueza na musculatura facial
  • Queda da sobrancelha
  • Dificuldade de mexer a boca e fazer movimentos como beijar e assobiar

Nos casos em que a paralisia não se resolve totalmente ou na paralisia facial definitiva, cujo o olho do lado acometido não fecha totalmente, podemos fazer um implante de peso de ouro por baixo da pele.

Primeiramente, nós fazemos um teste para determinar o tamanho adequado do peso. Em seguida, fazemos uma pequena incisão na pálpebra superior, com anestesia local, e implantamos o peso de ouro.

A recuperação é relativamente rápida e o resultado costuma ser muito satisfatório.

7. XANTELASMA

Xantelasmas são placas de gordura intracelular subcutâneas amareladas. Geralmente estão localizados nas áreas palpebrais próximas ao nariz. Os xantelasmas podem ser superiores ou inferiores e são comumente bilaterais e múltiplos.

O xantelasma afeta tipicamente pessoas de meia idade e idosos.

A hiperlipidemia é encontrada em cerca de um terço dos pacientes com xantelasma.

O tratamento é essencialmente estético, visto que o xantelasma não causa prejuízo à visão. Há 50% de recorrência após qualquer tipo de tratamento.

Tipos de tratamento:

  • Retirada por cirurgia, quando há excesso de pele
  • Peeling com ácido tricloroacético
  • Ablação com laser ou crioterapia (maior chance de cicatriz)

8. HEMANGIOMA CAPILAR

O hemangioma capilar (nevus morango) é o tumor benigno mais comum na infância. Ele se apresenta logo após o nascimento como uma lesão vermelha unilateral e brilhante. Geralmente está presente na pálpebra superior.

A lesão diminui com pressão e pode inchar ao chorar. Ocasionalmente o hemangioma capilar pode envolver a pele do rosto e/ou aparecer em outras partes do corpo.

O hemangioma capilar é uma proliferação anormal de capilares sanguíneos de tamanho variável na derme e no tecido subcutâneo.

A maioria dos hemangiomas capilares não requer tratamento, pois acaba regredindo espontaneamente. No entanto, se houver um defeito estético importante e/ou complicação oftalmológica, é necessário tratar.

Os principais objetivos do tratamento do hemangioma capilar são a prevenção das complicações oftalmológicas, bem como a resolução de deformidades estéticas importantes.

Quando tratar?

  • Criança mais velha
  • Lesão extensa
  • Lesão em crescimento/ proliferação
  • Acometimento de órgãos importantes
  • Presença de complicações como: ptose palpebral, diminuição da fenda palpebral cobrindo o eixo (o que pode causar ambliopia) e compressão de estruturas orbitárias

O tratamento pode ser com medicação tópica ou oral, laser e/ou cirurgia.

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